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Quando devo fazer exames para avaliar o risco de Glaucoma?

Consultar-se regularmente com um oftalmologista é muito importante. Doenças oculares podem ocorrer sem sintomas ou perdas visuais nos estágios iniciais, como ocorre em grande parte dos casos de glaucoma.


A maioria dos especialistas acredita que, no glaucoma, o aumento da pressão intraocular causa danos ao nervo óptico, responsável por enviar as imagens formadas pelos olhos para nosso cérebro, para que sejam processadas.


O glaucoma é imperceptível, pois o paciente só percebe a perda de campo visual, ou seja, nossa visão periférica, nos estágios mais avançados da doença. Com o avanço da doença, o campo visual vai se estreitando cada vez mais, podendo levar à cegueira total e irreversível.



Existem diversos tipos de glaucoma; a doença pode ser congênita, portanto hereditária, ou pode ser secundária a uma cirurgia, a uma catarata avançada ou até mesmo a traumas.


O glaucoma pode ser do tipo agudo, decorrente de um grande aumento da pressão intraocular, levando a uma perda rápida da visão, ou crônico, tipo mais comum que consiste na perda gradual da visão periférica.

A causa exata do glaucoma ainda é desconhecida, e é por isso que realizar os exames de rotina pelo menos uma vez a cada dois ou três anos, é tão importante. Para aqueles nos grupos de risco de glaucoma, é importante realizar exames com uma frequência ainda maior.


Grupo de Risco de Glaucoma Os grupos de risco da doença, que precisam tomar cuidados especiais e realizar exames oftalmológicos mais frequentes para detecção precoce do glaucoma são:


• Pessoas com mais de 40 anos;

• Pessoas com histórico de glaucoma na família;

• Pessoas de etnia africana ou asiática;

• Pessoas que sofreram lesões físicas no olho: um trauma grave pode causar danos ao canal de drenagem.


Outros fatores de risco estão relacionados ao olho: condições como descolamento de retina, tumores intraoculares e inflamação intraocular também podem causar glaucoma.

Alguns estudos sugerem que um alto grau de miopia também pode ser um fator de risco;

• Uso de alguns medicamentos: algumas pessoas são sensíveis aos corticoides e podem apresentar um aumento da pressão intraocular secundário ao uso destes medicamentos, independentemente do tempo de uso;

• Condições médicas: alguns estudos indicam que o diabetes pode aumentar o risco de desenvolver glaucoma, assim como a pressão arterial elevada e algumas doenças cardíacas.


Como e por que o glaucoma pode resultar em cegueira?


O nervo óptico é o responsável por levar a informação dos olhos até o cérebro. Nos pacientes com glaucoma, ocorre a atrofia das fibras desse nervo, o que leva à perda dessas informações.

As primeiras alterações na visão de quem sofre com glaucoma é a perda gradativa do campo visual. Ou seja, a visão central inicialmente é preservada, possibilitando ao paciente ver coisas que estão na sua frente.

Se não tratada corretamente, o quadro evolui e o paciente tem seu campo de visão cada vez mais comprometido. Isso ocorre de forma lenta e progressiva, até resultar na cegueira total. Mas, é importante lembrar que o tratamento – clínico ou cirúrgico – pode impedir a evolução da doença.


O glaucoma é uma doença ocular que provoca lesão no nervo óptico e campo visual, podendo levar à cegueira. Na maioria dos casos, vem acompanhado de pressão intraocular elevada, mas pode ocorrer glaucoma de “baixa pressão”.

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